Desperta primeiro que todos lá em casa Leonilde saltou da cama e correu para se aprontar, passou pela cozinha e à pressa engoliu os seus cereais preferidos. Pegou no saco dos livros e correu para a escola ansiosa por encontrar as suas amigas. Pela rua, pensava no longo dia que a esperava. Imaginava as novas matérias que iria descobrir, a musica que iria aprender na sua aula preferida, nas brincadeiras que ia fazer com as suas duas melhores amigas mas acima de tudo pensava no rapazinho do seu coração. Francisco, um ano mais velho, era do 6ºC a turma dos terrores, aquela que os professores mais temiam. Mas ele não era como os outros, era diferente, pelo menos aos olhos de Leonilde. Ao pensar nele o seu coração disparava e a sua vontade de chegar à escola crescia, fazendo-a correr, ao virar a ultima esquina parou, ofegante soltou uma exclamação de espanto. Não conseguia perceber o que via, por mais voltas dadas à imaginação nenhuma das hipóteses lhe parecia plausível para tamanha mudança – tão repentina. Quem teria feito tal maldade á sua tão querida escola? Onde estavam todos?

Atrás dela ouviu uma voz que, obviamente falava para ela. Embora não conhecesse a senhora, esta parecia saber perfeitamente quem ela era.
- Nilde ... - exclamou. Já te procurámos por todo o lado. Que estás aqui a fazer? Porque fugiste?
- ãh? Quem é você?
- Vamos mãe, entra no carro, eu ajudo-te. Vem vamos para casa.
Leonide, embora baralhada, sem perceber bem quem era a senhora que para ela falava, sentia-se esgotada, assim decidiu entrar no carro e lá foram de novo para casa.
“...embora ela, ali sentada naquela cadeira, não saiba quem eu sou; eu jamais esquecerei quem ela é!..”
..mas é tão mais fácil assim, abandonemos o antigo, comecemos de novo!
.. Nelas encontramos mais um bom exemplo do que é o respeito politico pelas raízes culturais ..
regards::. [I will never forget you!]
- Nilde ... - exclamou. Já te procurámos por todo o lado. Que estás aqui a fazer? Porque fugiste?
- ãh? Quem é você?
- Vamos mãe, entra no carro, eu ajudo-te. Vem vamos para casa.
Leonide, embora baralhada, sem perceber bem quem era a senhora que para ela falava, sentia-se esgotada, assim decidiu entrar no carro e lá foram de novo para casa.
“...embora ela, ali sentada naquela cadeira, não saiba quem eu sou; eu jamais esquecerei quem ela é!..”
..mas é tão mais fácil assim, abandonemos o antigo, comecemos de novo!
.. Nelas encontramos mais um bom exemplo do que é o respeito politico pelas raízes culturais ..
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