o seu olhar não a abarca, grande .. enorme .. imensa .. descomunal .. grandiosa, desmedida diriam os ateus ideológicos. Mas não ele! Sempre almejara a viagem ao oriente e sem saber bem, ali está, diante dos seus olhos, ao alcance dos seus sentidos. A dizer.lhe, aos Berros, o quanto é pequeno ! A pequenez invade.o consome.o, por dentro, .. questiona a sua existência.. um grito mudo, sai. Diz-se que é vista da lua, mas .. não sei se acredite, que a meio do caminho de volta, se consiga perscrutar ?! .. vá. Sete mil quilómetros em dois mil anos ... tem de ser respeitada, adorada, venerada .. uma das Maravilhas, de reserva especial. Ele ali .. insignificante presença, ignorado .. como uma multidão de gente, que com ele olha .. sem ver .. sem conhecer .. sem (sa)perceber!
Passa entre os seres a brisa da discórdia: Acho que não é .. ouvi que aqui vive-nos... Como não? tem se ser! Não, aqui vive-nos. olhe ali! VIVE-NOS mesmo! Afasta.se. Abalroado, assimila .. são de certo as novas moradias dos trogloditas da Capadócia, cruzados numa visão social futurista com os espaços verdes babilónicos! Afigura o sortido de ligações verticais, vivência.as, transformando.se nas veias do grande ser social da habitação. Os egitanos são convidados, de honra, a percorre.las, a experiência.las, subindo , descendo, percorrendo .. em êxtase supremo, resistindo a cada pasmo sensorial, a cada momento, a cada espaço, a cada lugar .. único, diferente, singular. Os seres habitantes, mas não donos .. de jardim em jardim, de escadas em escadas de casa em casa, sentem a chuva, correm a abrigar.se na da Joana, acolhedora .. integrados .. sorriem .. riem .. vivem, felizes.
Passa entre os seres a brisa da discórdia: Acho que não é .. ouvi que aqui vive-nos... Como não? tem se ser! Não, aqui vive-nos. olhe ali! VIVE-NOS mesmo! Afasta.se. Abalroado, assimila .. são de certo as novas moradias dos trogloditas da Capadócia, cruzados numa visão social futurista com os espaços verdes babilónicos! Afigura o sortido de ligações verticais, vivência.as, transformando.se nas veias do grande ser social da habitação. Os egitanos são convidados, de honra, a percorre.las, a experiência.las, subindo , descendo, percorrendo .. em êxtase supremo, resistindo a cada pasmo sensorial, a cada momento, a cada espaço, a cada lugar .. único, diferente, singular. Os seres habitantes, mas não donos .. de jardim em jardim, de escadas em escadas de casa em casa, sentem a chuva, correm a abrigar.se na da Joana, acolhedora .. integrados .. sorriem .. riem .. vivem, felizes.

NÃO! Vive-nos! Ali, prostrado perante o peso de tamanha massa, não consegue .. lá chegar. Talvez o peso do betão entorpeça o seu pensamento, como o solidificou a quem, à frente, avistou o vil pretexto. Metro, é a medida .. do cimento, dos inertes, do ferro, da superfície .. construída .. não-construida, afinal! Ainda a desconstrução, a natureza, o planeta, o não-planeta .. o buraco dilata-se sem piedade, aqui, ali, lá .. mas do Ser nem sinais, será que ainda vem?
Vira costas, desvanecido .. não haveria outro local, com certeza, e com pena do ex.possessor .. vai.se, por entre os risos em surdina dos FD*O .. obrigadinhos.
Indolatremos juntos o nosso monumento ao consumismo numero um .. tardou mas chegou! Mais virão .. pode ser que com eles tragam hospitais e universidades, a ver se ainda vamos a tempo ..
regards::.