Arrastando.se por uma dessas grandes superficies da moda, [mas essas mesmo da moda, dessas onde se pode comprar qualquer um produto que já quando criado não haveria de ter grande valor mas que com a passagem do tempo e a passagem de prateleira em prateleira e de mão em mão aumentou exponencialmente a sua qualidade ou pelo menos a sua autoestima, não se percebedo então o porque do preço mais baixo] a prata das edificações erigidas em honra desse que é o passatempo preferido do homem e ainda mais da mulher – o consumismo- desmesurado, quase violento, praticamente selvático [do teso] que se pode sentir nestes locais os OUTLET. Que não são mais que “A place or opening by which anything is let out” better ‘um lugar ou uma abertura pela qual qualquer coisa é deixada sair’, não tem mesmo aspecto de jardim zoológico, de quinta dos animais de ... .
Sentiu um sinal, quase como um chamamento, era assim tipo sussurro crescente, que vinha do seu interior mais profundo, mais intimo... pensou em silencia.lo logo ali mas, repensando, concluiu que por maior repudio sentido por aquele lugar, a sua linhagem educativa, mais forte, apelava ao bom senso obrigando.o a iniciar uma busca sem fim. Sem Fim literalmente, porque parece que ‘quem vai para o mar avia.se em terra’ e assim, estes locais não têm necessidade de disponibilizar a quem [por opção ou não] aqui circula, o bem mais basico da sociedade moderna uma simples –WC- pois assim parece os animais que para aqui foram ‘deixados sair’ bem podem defecar no meio do estacionamento sem serem chamados à atenção por quem quer que seja, tratando.se notóriamente de um gesto banal! Talvez seja esta a abordagem correcta ao antinatural que transpira de cada local deste espaço, tentando aproximar os animais ás suas raizes mais profundas de quando ‘cagavam na choupana’. É sem duvida a melhor opção a ser tomada por quem licencia estes espaços, a sua [deles] ideia visionária de “Chega.te às tuas raizes” de atribuir um lugar unipessoal onde cada um pode sem o menor pudor libertar-se havendo ainda assim lugares especificos reservados a logistas, gravidas, deficientes, policias[se é que não estão incluidos no grupo anterior], e até um lugar especial para o presidente da junta munido de um aparelho adequado poupando.o assim da posição incómoda intrinseca ao uso da latrina.
Entrando num desses locais onde qualquer um pode ser um carpinteiro canalizador, eletricista, ou qualquer outro fetiche mais estranho que possa aparecer, foi informado que existia um oasis no meio do deserto mas que era de entrada exclusiva àqueles que desempenham a arte da bricolagem com mestria e embora não tenham expecificado, era de certo de direito de admissão reservado, mas pelos seus lindos olhos e só exclusivamente por isso poderia usufruir dele por tempo limitado, tempo minimo necessário. E então que julgando.se em qualquer uma prisão de alta segurança holandesa, sueca ou pelo menos nórdica [se é que existem numa sociedade culturalmente desenvolvida] se depara com a invenção de design pós-moderno adaptada ás raizes ibéricas que faz jus a esse grande lema dos poderosos Silvas o.. Faça.Voçê.Mesmo.!!
Sentiu um sinal, quase como um chamamento, era assim tipo sussurro crescente, que vinha do seu interior mais profundo, mais intimo... pensou em silencia.lo logo ali mas, repensando, concluiu que por maior repudio sentido por aquele lugar, a sua linhagem educativa, mais forte, apelava ao bom senso obrigando.o a iniciar uma busca sem fim. Sem Fim literalmente, porque parece que ‘quem vai para o mar avia.se em terra’ e assim, estes locais não têm necessidade de disponibilizar a quem [por opção ou não] aqui circula, o bem mais basico da sociedade moderna uma simples –WC- pois assim parece os animais que para aqui foram ‘deixados sair’ bem podem defecar no meio do estacionamento sem serem chamados à atenção por quem quer que seja, tratando.se notóriamente de um gesto banal! Talvez seja esta a abordagem correcta ao antinatural que transpira de cada local deste espaço, tentando aproximar os animais ás suas raizes mais profundas de quando ‘cagavam na choupana’. É sem duvida a melhor opção a ser tomada por quem licencia estes espaços, a sua [deles] ideia visionária de “Chega.te às tuas raizes” de atribuir um lugar unipessoal onde cada um pode sem o menor pudor libertar-se havendo ainda assim lugares especificos reservados a logistas, gravidas, deficientes, policias[se é que não estão incluidos no grupo anterior], e até um lugar especial para o presidente da junta munido de um aparelho adequado poupando.o assim da posição incómoda intrinseca ao uso da latrina.
Entrando num desses locais onde qualquer um pode ser um carpinteiro canalizador, eletricista, ou qualquer outro fetiche mais estranho que possa aparecer, foi informado que existia um oasis no meio do deserto mas que era de entrada exclusiva àqueles que desempenham a arte da bricolagem com mestria e embora não tenham expecificado, era de certo de direito de admissão reservado, mas pelos seus lindos olhos e só exclusivamente por isso poderia usufruir dele por tempo limitado, tempo minimo necessário. E então que julgando.se em qualquer uma prisão de alta segurança holandesa, sueca ou pelo menos nórdica [se é que existem numa sociedade culturalmente desenvolvida] se depara com a invenção de design pós-moderno adaptada ás raizes ibéricas que faz jus a esse grande lema dos poderosos Silvas o.. Faça.Voçê.Mesmo.!!
Receptáculo de águas colocado nas latrinas que, após accionado o mecanismo de descarga, sai água para as lavar [1m_tubo pvc150mm + 3_braçadeiras + 6_parfusos de 6mm+ 6_buchas 6mm + 2_torneiras de corte + tubo inox 4mm_qb]. Engenhoso.. simples.. minimal !! Viva os Silvas os seus conceitos minimalistas e principalmente o seu lema .. [todos] .. “FAÇA.VOCE MESMO!!”
-Se não também pode ir ali ao café..
regards::.
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